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	<title>Arquivos Artigo - Quintal</title>
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	<description>estratégia e criatividade</description>
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	<title>Arquivos Artigo - Quintal</title>
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		<title>A festa da Quintal foi uma festa</title>
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		<dc:creator><![CDATA[Quintal]]></dc:creator>
		<pubDate>Tue, 13 Dec 2022 20:36:21 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Artigo]]></category>
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					<description><![CDATA[<p>Na última quinta-feira rolou o evento mais aguardado e desejado pela galera da agência: a festa de final de ano. Foi um momento importante para gerar reflexões, entender as necessidades de cada área e&#8230; Ah, para. Na verdade geral meteu o pé na jaca, comendo e bebendo pra cacete. E, por isso, essa matéria terá que ser curtíssima pois ninguém se lembra de muita coisa. Mas ouvi relatos de que tradições importantes foram mantidas. Vamos a elas: péssimo desempenho da galera no tênis de mesa; braçadas desengonçadas, mas corajosas, na piscina foram dadas; música da pior qualidade na playlist colaborativa para o desesperto dos melófilos; secaram a cerveja e os drinks; e, claro, alguém deu aquele apagada de leve. Essa foto retrata bem o clima da festa. Que venha 2023!</p>
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<p>Na última quinta-feira rolou o evento mais aguardado e desejado pela galera da agência: a festa de final de ano. Foi um momento importante para gerar reflexões, entender as necessidades de cada área e&#8230; Ah, para. Na verdade geral meteu o pé na jaca, comendo e bebendo pra cacete. </p>



<p>E, por isso, essa matéria terá que ser curtíssima pois ninguém se lembra de muita coisa. Mas ouvi relatos de que tradições importantes foram mantidas. Vamos a elas:</p>



<ul class="wp-block-list"><li>péssimo desempenho da galera no tênis de mesa;</li><li>braçadas desengonçadas, mas corajosas, na piscina foram dadas;</li><li>música da pior qualidade na playlist colaborativa para o desesperto dos melófilos;</li><li>secaram a cerveja e os drinks; e, claro,</li><li>alguém deu aquele apagada de leve.</li></ul>



<p>Essa foto retrata bem o clima da festa.</p>



<figure class="wp-block-image size-large is-resized"><img fetchpriority="high" decoding="async" src="https://quintal.cc/wp-content/uploads/2022/12/WhatsApp-Image-2022-12-12-at-15.56.25-768x1024.jpeg" alt="" class="wp-image-6054" width="435" height="580" srcset="https://quintal.cc/wp-content/uploads/2022/12/WhatsApp-Image-2022-12-12-at-15.56.25-768x1024.jpeg 768w, https://quintal.cc/wp-content/uploads/2022/12/WhatsApp-Image-2022-12-12-at-15.56.25-225x300.jpeg 225w, https://quintal.cc/wp-content/uploads/2022/12/WhatsApp-Image-2022-12-12-at-15.56.25-1152x1536.jpeg 1152w, https://quintal.cc/wp-content/uploads/2022/12/WhatsApp-Image-2022-12-12-at-15.56.25-1116x1488.jpeg 1116w, https://quintal.cc/wp-content/uploads/2022/12/WhatsApp-Image-2022-12-12-at-15.56.25-806x1075.jpeg 806w, https://quintal.cc/wp-content/uploads/2022/12/WhatsApp-Image-2022-12-12-at-15.56.25-558x744.jpeg 558w, https://quintal.cc/wp-content/uploads/2022/12/WhatsApp-Image-2022-12-12-at-15.56.25-655x873.jpeg 655w, https://quintal.cc/wp-content/uploads/2022/12/WhatsApp-Image-2022-12-12-at-15.56.25.jpeg 1200w" sizes="(max-width: 435px) 100vw, 435px" /><figcaption>Doi-dei-ra</figcaption></figure>



<p>Que venha 2023!</p>
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		<title>El Ojo, Chapolin e Propaganda</title>
		<link>https://quintal.cc/2018/11/13/el-ojo-chapolin-e-propaganda/?utm_source=rss&#038;utm_medium=rss&#038;utm_campaign=el-ojo-chapolin-e-propaganda</link>
		
		<dc:creator><![CDATA[Quintal]]></dc:creator>
		<pubDate>Tue, 13 Nov 2018 19:15:59 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Artigo]]></category>
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					<description><![CDATA[<p>Na semana passada, a capital argentina recebeu mais uma edição do El Ojo de Iberoamérica, um dos principais festivais de publicidade do mundo e, provavelmente, o maior quando o assunto é a publicidade latino-americana. E lá fui eu &#8211; com meu portunhol numa mão e toda a latinidade que pude reunir em mim &#8211; entender como nossos hermanos estão vendo o momento atual e, principalmente, os caminhos que nossa indústria deve seguir daqui para frente. Não demorou mais que meio dia para todo mundo perceber qual seria, afinal, a discussão do ano no festival: dados e a sua influência na propaganda. Nesse mundo cheio de informação, históricos, medições e previsões, a criatividade deve servir aos dados ou o contrário? A gente ainda precisa de criatividade ou a propaganda virou tecnologia? É… se você, como eu, achava que só a gente estava confuso e preocupado com isso, fique tranquilo: tá todo mundo perdido. Em espanhol, inglês ou português. A incerteza sobre a influência do uso massivo de dados na comunicação é tão presente na América Latina quanto o Chapolin Colorado. Sim, eu fiz essa relação. E, pasmem, muitas das minhas conclusões sobre o assunto vieram de tudo que eu aprendi, lá...</p>
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]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<p>Na semana passada, a capital argentina recebeu mais uma edição do El Ojo de Iberoamérica, um dos principais festivais de publicidade do mundo e, provavelmente, o maior quando o assunto é a publicidade latino-americana.</p>
<p>E lá fui eu &#8211; com meu portunhol numa mão e toda a latinidade que pude reunir em mim &#8211; entender como nossos hermanos estão vendo o momento atual e, principalmente, os caminhos que nossa indústria deve seguir daqui para frente.</p>
<p>Não demorou mais que meio dia para todo mundo perceber qual seria, afinal, a discussão do ano no festival: dados e a sua influência na propaganda.</p>
<p>Nesse mundo cheio de informação, históricos, medições e previsões, a criatividade deve servir aos dados ou o contrário? A gente ainda precisa de criatividade ou a propaganda virou tecnologia?</p>
<p>É… se você, como eu, achava que só a gente estava confuso e preocupado com isso, fique tranquilo: tá todo mundo perdido. Em espanhol, inglês ou português.</p>
<p>A incerteza sobre a influência do uso massivo de dados na comunicação é tão presente na América Latina quanto o Chapolin Colorado.</p>
<p>Sim, eu fiz essa relação. E, pasmem, muitas das minhas conclusões sobre o assunto vieram de tudo que eu aprendi, lá nos anos 80 e 90, com o Polegar Vermelho. Portanto, sigam-me os bons!</p>
<blockquote><p><em><strong>Palma, palma, não priemos cânico.</strong></em></p></blockquote>
<p>Os dados não são um problema para a propaganda, são uma característica do mercado. E não dá para resolver características. A gente tem que lidar com elas.</p>
<p>É impossível parar o avanço da tecnologia ou ignorar a sua influência. Várias indústrias já tentaram, tomaram uma marretada biônica e tiveram que se reinventar. Quase sempre elas conseguiram isso se agarrando às suas essências.</p>
<p>Com a propaganda não é (e não vai ser) diferente.</p>
<p>O digital bagunçou o modelo de negócios de veículos e agências. As redes sociais colocaram as marcas em praça pública. E, agora, os dados guiam as decisões de marketing, forçando as agências a se adequarem sob o risco de perderem espaço para quem entende do assunto, como as consultorias.</p>
<p>Parece impossível, eu sei, mas a resposta está, de verdade, na essência do que a gente faz.</p>
<p>A publicidade sempre foi sobre entender pessoas e se conectar com elas. Os dados podem traçar cenários incríveis, mas para captar o que esses cenários significam na dimensão humana, ainda não inventaram nada melhor que as anteninhas de vinil que a publicidade desenvolveu ao longo de décadas.</p>
<blockquote><p><strong><em>Suspeitei desde o princípio.</em></strong></p></blockquote>
<p>Ok, os dados estão aí e não adianta mais fingir que a gente não tá vendo. Mas, até que ponto devemos confiar neles?</p>
<p>Essa foi outra boa discussão no El Ojo e, no final, acho que eu estou com o Malcolm Poyton, CCO Global da Cheil,</p>
<p>Para ele, o problema dos dados é que eles trabalham dentro das linhas, do que é conhecido. Eles entregam o que se espera deles. Ou seja, se a gente seguir direitinho, na maioria das vezes vamos chegar onde esperávamos chegar.</p>
<p>A questão é que o mundo e as pessoas teimam em não serem binários. E, aí, muitas vezes, estamos além das fronteiras das exatas.</p>
<p>Para o Luis Fernando Dugano, da Y&amp;R Latam, trabalhar com dados não significa trabalhar com todas as informações disponíveis. Há sempre o imprevisto e nem o algoritmo mais moderno já é capaz de calcular o que ainda não existe.</p>
<p>Portanto, não podemos abrir mão do imenso conhecimento que os dados trazem, mas precisamos suspeitar para onde eles vão nos levar, sempre.</p>
<blockquote><p><em><strong>Oh! E agora, quem poderá me defender?</strong></em></p></blockquote>
<p>Parece simples. Se os dados não garantem o sucesso absoluto, danem-se os dados. Mas, é claro que não é bem assim.</p>
<p>Por mais que todo mundo aplauda aquele case lindo, a publicidade continua sendo julgada, de verdade, muito longe dos festivais. É nas planilhas de Excel do final de cada quarter que descobrimos se a campanha foi bem ou não.</p>
<p>Ou seja, do ponto de vista do negócio, abrir mão de toda a informação que está disponível para confiar apenas na nossa corneta paralisadora, capaz de fazer as pessoas pararem para ouvir nossa mensagem, parece uma aposta arriscada. E é.</p>
<p>Dá medo mesmo. E, de novo, você não está sozinho.</p>
<p>O Fernando Machado, CMO Global Burger King, disse que tem medo, mas faz. Já o Javier Campopiano, da FCB México, disse que tem muito medo, mas só depois de ter vendido a ideia pro cliente, quando não dá mais pra tomar pílula de nanicolina e sumir.</p>
<p>Normal. Trabalhar nas incertezas dá medo. Assumir riscos é aterrorizante. Andar por onde ninguém nunca andou é muito menos seguro. Mas, se a gente quer “colorir fora das linhas”, não tem jeito, vamos ter que nos arriscar.</p>
<blockquote><p><em><strong>Aproveitam-se da minha nobreza.</strong></em></p></blockquote>
<p>Não, eu não estou falando para largar toda a racionalidade e a avalanche de dados que jogaram sobre você e se lançar numa aventura criativa inconsequente.</p>
<p>Mas, menos ainda, estou sugerindo que você se agarre nas pseudo-certezas que os dados te trazem para pautar a sua comunicação.</p>
<p>O mundo é mais complexo que isso e é aí que está a beleza do mundo.</p>
<p>Os dados muito provavelmente estão falando a verdade. Se segui-los, há grandes chances de você chegar no destino esperado. O problema é que, em propaganda, muitas vezes o que a gente persegue é justamente o inesperado.</p>
<p>Em três dias de El Ojo, ficou claro para mim que, mesmo que nossos briefings estejam cheios de dados, ninguém sabe direito aonde a gente tá indo. E, aí, pra navegar nesse mundo, a melhor bússola talvez seja mesmo apostar nos dois: manter o olho nos dados e a mão no coração.</p>
<p>Ou, como todos aprendemos há trinta anos com o Chapolin: sim, nossos movimentos precisam ser friamente calculados. Mas, se quisermos ser heróis de verdade, continuamos precisando contar com a nossa astúcia.</p>
<p><em><img decoding="async" class="size-full wp-image-4868 alignleft" src="https://quintal.cc/wp-content/uploads/2018/11/Captura-de-Tela-2018-11-13-às-17.12.57.png" alt="Rafael Ferrer" width="377" height="314" srcset="https://quintal.cc/wp-content/uploads/2018/11/Captura-de-Tela-2018-11-13-às-17.12.57.png 377w, https://quintal.cc/wp-content/uploads/2018/11/Captura-de-Tela-2018-11-13-às-17.12.57-300x250.png 300w" sizes="(max-width: 377px) 100vw, 377px" /><br />
Rafael Ferrer é sócio e diretor de criação na Quintal mas a gente sabe que no fundo no fundo ele queria é ser um personagem da série Sons of Anarchy.</em></p>
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			</item>
		<item>
		<title>Assédio e Tendências, leia sobre os destaques de Cacá Rabello no ABP Festival</title>
		<link>https://quintal.cc/2018/11/08/assedio-e-tendencias-leia-sobre-os-destaques-de-caca-rabello-no-abp-festival/?utm_source=rss&#038;utm_medium=rss&#038;utm_campaign=assedio-e-tendencias-leia-sobre-os-destaques-de-caca-rabello-no-abp-festival</link>
		
		<dc:creator><![CDATA[Quintal]]></dc:creator>
		<pubDate>Thu, 08 Nov 2018 16:14:26 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Artigo]]></category>
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					<description><![CDATA[<p>Com o tema Viva a Talentologia, aconteceu no dia 22 de outubro o Festival da ABP 2018. O Festival premiou trabalhos e profissionais do mercado publicitário nacional e promoveu um dia inteiro de trocas e debates. Dentre todos os assuntos, dois painéis me despertaram maior interesse: a apresentação da pesquisa do Grupo de Planejamento sobre o assédio (moral e sexual) nas agências e o painel sobre Megatrends (tendências para os próximos anos), apresentado por Peter Kronstrom, Head do Copenhagen Institute for Futures Studies. 1. Assédio e ética no trabalho: o presente e os desafios do futuro na publicidade Eu já conhecia essa pesquisa, já tinha visto os resultados dela há algum tempo. São dados que chocam, mas não surpreendem. E, antes que me julguem, deixa eu explicar. Quem trabalha ou já trabalhou em agência de publicidade &#8211; grande ou pequena – facilmente se identifica com pelo menos um dos depoimentos dados, que são interpretados com maestria pela atriz Clarisse Abujamra. O assédio está presente no nosso Mercado, está enraizado, e é praticado, muitas vezes, sem que o assediador sequer se dê conta de que o está praticando. Quando falamos a palavra “assédio” a primeira coisa que nos vem à mente...</p>
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]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<p>Com o tema Viva a Talentologia, aconteceu no dia 22 de outubro o Festival da ABP 2018. O Festival premiou trabalhos e profissionais do mercado publicitário nacional e promoveu um dia inteiro de trocas e debates.</p>
<p>Dentre todos os assuntos, dois painéis me despertaram maior interesse: a apresentação da pesquisa do Grupo de Planejamento sobre o assédio (moral e sexual) nas agências e o painel sobre Megatrends (tendências para os próximos anos), apresentado por Peter Kronstrom, Head do Copenhagen Institute for Futures Studies.</p>
<p><strong><em>1. Assédio e ética no trabalho: o presente e os desafios do futuro na publicidade</em></strong></p>
<p>Eu já conhecia essa pesquisa, já tinha visto os resultados dela há algum tempo. São dados que chocam, mas não surpreendem. E, antes que me julguem, deixa eu explicar.</p>
<p>Quem trabalha ou já trabalhou em agência de publicidade &#8211; grande ou pequena – facilmente se identifica com pelo menos um dos depoimentos dados, que são interpretados com maestria pela atriz Clarisse Abujamra. O assédio está presente no nosso Mercado, está enraizado, e é praticado, muitas vezes, sem que o assediador sequer se dê conta de que o está praticando.</p>
<p>Quando falamos a palavra “assédio” a primeira coisa que nos vem à mente é o assédio sexual. Mas o assédio moral também é grave e causa danos que, muitas vezes, são lentos e silenciosos, mas não menos preocupantes. É um tipo de assédio que se manifesta em falas corriqueiras, piadinhas “comuns”, exigências de dedicação exagerada e cumprimento de prazos absurdos. Tudo isso configura assédio moral e tudo isso acontece, não é mesmo?<br />
*Entre as mulheres entrevistadas, 90% declarou já ter sofrido alguma situação de assédio (seja moral ou sexual). Entre os homens, o índice é de 76%.</p>
<p>E o assédio sexual? Esse não se resume ao contato físico forçado. Comentários maliciosos sobre atributos físicos, convites inapropriados, insinuações sexistas, tudo isso pode configurar assédio sexual. Essas histórias acabam abafadas pois a vítima, na maioria das vezes, se sente constrangida, envergonhada, intimidada e acaba não denunciando e nem comentando sobre o assunto.<br />
*Quando se trata desse tema, as mulheres continuam sendo maioria, com 78% das entrevistadas afirmando já ter sofrido com isso, sendo 39% delas envolvendo contato físico.</p>
<p>Essa foi a primeira vez que a pesquisa foi apresentada em uma entidade do mercado e contou com a participação de representantes de anunciantes. Participaram desse painel a Chief Creative &amp; Content Officer da Avon, Danielle Bibas, e a Gerente de Compliance da Ambev, Taissa Licatti, que falaram sobre a importância desta pesquisa, da sua divulgação, do debate sobre o tema e das providências tomadas em cada uma das empresas para combater a cultura do assédio.</p>
<p>Um dos pontos levantados por Danielle, e reforçado por Taissa, foi a força que o cliente tem ao exigir de seus fornecedores a implementação de códigos de conduta e compliance, ampliando dessa forma a rede de combate ao assédio.</p>
<p>A pesquisa encerra com a sugestão de ações de curto prazo e custo zero para serem implementadas em todas as agências, e porque não empresas, para combater o assédio. Talvez assim consigamos, ainda que aos poucos, transformar esse cenário e trazer, cada vez mais, respeito e igualdade nas relações profissionais.</p>
<p>Para conhecer a pesquisa completa, acesse:<br />
<a href="https://grupodeplanejamento.com/2017/11/30/pesquisa-sobre-assedio-report/" target="_blank" rel="noopener">https://grupodeplanejamento.com/2017/11/30/pesquisa-sobre-assedio-report/</a></p>
<p><strong><em>2. O impacto das megatrends no mundo corporativo &#8211; O futuro e como se preparar para ele</em></strong></p>
<p>O que você esperaria de um painel com esse tema?<br />
Respostas? Previsões certeiras? Garantias do que está por vir?<br />
Nada disso!</p>
<p>“O futuro não existe. O que existe são possíveis cenários que podem acontecer.”</p>
<p>Com essa declaração Peter Kronstrom, Head do Copenhagen Institute for Futures Studies, abre sua palestra, que nem deveria ser chamada de palestra. É quase um bate papo dinâmico e informal com um dinamarquês muito simpático, que fala um português excelente (apesar do sotaque e da habitual falha na concordância de artigos e gêneros), e que iria quebrar vários dos nossos paradigmas e “pré” conceitos.</p>
<p>Num universo de 14 megatrends apresentadas (Desenvolvimento demográfico, Crescimento econômico, Sustentabilidade, Desenvolvimento tecnológico, Foco na saúde, Comercialização, Globalização, Individualização, Sociedade em rede, Democratização, Polarização, Imaterialização, Sociedade do conhecimento e Aceleração), algumas tiveram destaque especial:</p>
<ul>
<li>Sociedade do Conhecimento – estamos vivendo um momento onde tudo é muito dinâmico, onde a taxa de duplicação do conhecimento é muito mais rápida do que a pouco tempo atrás. Estamos vendo uma quebra de paradigmas na educação onde deixaremos de ser especialistas em determinado assunto para nos transformarmos em generalistas em diversos assuntos. Precisamos reaprender a aprender, constante e ininterruptamente;</li>
<li>Individualização – atualmente temos muita liberdade de escolha e vivemos numa cultura de “expectativas líquidas”, onde cada nova experiência boa que vivemos, vira um padrão de comparação para todas as outras. Formamos nossas opiniões e conceitos individualmente. Por isso, as marcas precisam entregar sempre mais e melhor;</li>
<li>Foco na Saúde – a geração que está chegando viverá em média 30 anos a mais do que a geração anterior e a geração atual já está chegando aos 90/100 anos. O que significa isso? Para Peter, significa que o mundo é dos mais velhos. “Velhos” estes que estão se aposentando e cada vez mais ativos, mais presentes, mais conectados. Os 60 são os novos 40;</li>
<li>Democratização – a democratização do acesso. Acesso à informação, ao consumo, às experiências. E essa democratização pode ser vista claramente com o surgimento dos crowdfundings, coworkings, crowdsourcing, etc, que permitem com que as pessoas ampliem o acesso a um maior leque de opções. Além disso, vivemos em um momento de aumento da transparência nas relações e isso inclui a relação marca x consumidor. As marcas não conseguem mais se esconder atrás de um discurso bonito, de uma propaganda. Temos acesso às marcas, à informação e cobramos verdade;</li>
<li>Comercialização – ao invés de produtos, vamos comercializar cada vez mais serviços. Com tecnologia e acesso aos dados, as empresas poderão entender o consumidor, seus hábitos, frequência de consumo e entregar a ele serviços totalmente customizados, facilitando sua vida;</li>
</ul>
<p>Tá bom… mas e a tecnologia? Afinal, estamos falando de futuro, de tendências não é?<br />
Segundo Peter, a tecnologia é apenas um produto criado pelo ser humano e, se daqui a 50 anos você perguntar para alguém qual foi a grande mudança, o grande impacto da época atual, ninguém vai falar sobre smartphones e sim, sobre a igualdade de gêneros na sociedade.</p>
<p>Por isso, iniciativas como esta do Grupo de Planejamento, que trazem luz a um assunto tão presente no dia a dia e, ao mesmo tempo, tão absurdo como o assédio, mostram que, sim, esse movimento está acontecendo. A luta pela igualdade de gêneros está cada vez mais presente e ganhando mais força. E estes são os reais fatores de transformação. E quem não se transforma junto com o mundo, se torna irrelevante.</p>
<p>::::</p>
<p><em><img decoding="async" class="wp-image-4859 alignleft" src="https://quintal.cc/wp-content/uploads/2018/11/0.jpeg" alt="Cacá Rabello" width="322" height="322" srcset="https://quintal.cc/wp-content/uploads/2018/11/0.jpeg 500w, https://quintal.cc/wp-content/uploads/2018/11/0-150x150.jpeg 150w, https://quintal.cc/wp-content/uploads/2018/11/0-300x300.jpeg 300w, https://quintal.cc/wp-content/uploads/2018/11/0-468x468.jpeg 468w" sizes="(max-width: 322px) 100vw, 322px" />Cacá Rabello é líder de Atendimento e Negócios na Quintal e como hobby faz doutorado em Stellantologia.</em></p>
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			</item>
		<item>
		<title>A Maria Carregal esteve no YouPix e trouxe novidades. Vem!</title>
		<link>https://quintal.cc/2018/10/18/a-maria-carregal-esteve-no-youpix-e-trouxe-novidades-vem/?utm_source=rss&#038;utm_medium=rss&#038;utm_campaign=a-maria-carregal-esteve-no-youpix-e-trouxe-novidades-vem</link>
		
		<dc:creator><![CDATA[Quintal]]></dc:creator>
		<pubDate>Thu, 18 Oct 2018 13:00:15 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Artigo]]></category>
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					<description><![CDATA[<p>Estive no YouPix CON &#8211; Think Like a Creator, um dos principais eventos do mundo digital. Foram 12 horas de conteúdo distribuídos em 4 palcos com mais de 50 palestras e painéis. Tudo isso com a presença de grandes creators e marcas que trocaram experiências e histórias com o público. Bom, para começar esse papo, é preciso entender que os digitais influencers, aka influenciadores, são criadores de conteúdo. E é assim que vamos lidar com eles toda vez que fecharmos um negócio ou formos incluí-los num planejamento de mídia. Isso quer dizer que eles devem participar da criação da ação, certo? Eu sei que o texto tá grandinho, mas se você veio aqui procurando os highlights do evento eu vou apresentá-los abaixo, mas você vai precisar ler até o final para entendê-los, combinado? Os (meus) Highlights YouPix CON 2018: Os influenciadores não são veículos. São criadores de conteúdo, criativos. E podem te ajudar a divulgar a sua marca de forma nativa. O que vale muito. Leve isso em consideração. É preciso ficar de olho no que eles estão falando. As “revoluções silenciosas” começam nos creators. Não é mais sobre um canal, um influenciador. É sobre um único conteúdo (vídeo, tweet,...</p>
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										<content:encoded><![CDATA[<p>Estive no YouPix CON &#8211; Think Like a Creator, um dos principais eventos do mundo digital. Foram 12 horas de conteúdo distribuídos em 4 palcos com mais de 50 palestras e painéis. Tudo isso com a presença de grandes creators e marcas que trocaram experiências e histórias com o público.</p>
<p>Bom, para começar esse papo, é preciso entender que os digitais influencers, aka influenciadores, são criadores de conteúdo. E é assim que vamos lidar com eles toda vez que fecharmos um negócio ou formos incluí-los num planejamento de mídia. Isso quer dizer que eles devem participar da criação da ação, certo?</p>
<p>Eu sei que o texto tá grandinho, mas se você veio aqui procurando os highlights do evento eu vou apresentá-los abaixo, mas você vai precisar ler até o final para entendê-los, combinado?</p>
<p>Os (meus) Highlights YouPix CON 2018:</p>
<ul>
<li>Os influenciadores não são veículos. São criadores de conteúdo, criativos. E podem te ajudar a divulgar a sua marca de forma nativa. O que vale muito. Leve isso em consideração.</li>
<li>É preciso ficar de olho no que eles estão falando. As “revoluções silenciosas” começam nos creators.</li>
<li>Não é mais sobre um canal, um influenciador. É sobre um único conteúdo (vídeo, tweet, foto…) que pode fazer um livro esgotar em um dia ou fazer sua marca estar associada a uma dívida de 7 milhões.</li>
<li>Realidade aumentada. Esse é o nome da grande aposta do momento. Não sabe o que é? Eu tenho certeza que você já viu por aí e talvez até já tenha usado. Sabe os filtros de cachorrinho? Eles mesmos. Só que com muito mais possibilidades.</li>
</ul>
<p>Chegou até aqui, que bom, mas é melhor saber que chegou a hora do aprofundamento. Pode chamar de textão.</p>
<p>Um dos pontos abordados no início do evento foi quanto a forma de enxergarmos os creators. Se queremos colocar o produto dos nossos clientes dentro da plataforma daquele cara, a gente precisa deixá-lo suficientemente confortável para falar do nosso negócio de forma criativa sim, mas nativa. É ele quem entende o público que frequenta o canal, sua linguagem, os DOs e DONTs. A partir do momento que contratamos um merchan com um creator, precisamos entender que aquela ação é muito mais um conteúdo do que uma campanha. O creator passa a ser um criativo também e não apenas um veículo.</p>
<p><strong>:: O Dark Social</strong><br />
Ainda no “welcome&#8221;, Bia Granja falou sobre o isso. Dark Social é quando as pessoas compartilham um conteúdo em plataformas que o Google não é capaz de alcançar. Ou seja, mídia que não conseguimos mensurar. Um exemplo são as mensagens do whatsapp, prints compartilhados, um conteúdo que duas pessoas assistem na mesma tela… O dark social is the new marketing boca a boca. Por mais que os clientes sejam doidos por números, precisamos entender que mídia é menos sobre performance e mais sobre cultura, conteúdo e o quanto eles são capazes de viralizarem, ou apenas irem além sem que você precise injetar dinheiro.</p>
<p><strong>:: Radar de novidades mode on e as revoluções silenciosas</strong><br />
Outro ponto frisado em alguns painéis é o nosso radar de novidades. As vezes chamamos de procrastinação, mas entender memes, assistir youtube e consumir o que creators estão construindo pode mudar inclusive os lucros de uma empresa. Se você acompanha o mercado da beleza, deve ter percebido que nos últimos tempos muitas marcas lançaram linhas exclusivamente para cacheadas. Os cabelos afros viraram protagonistas de marcas e campanhas. Afinal, shampoos e condicionadores para as lisas ou alisadas já existem há muito tempo. Mas quem está antenado mesmo sabe que a revolução das cacheadas, o movimento de assumir o cabelo natural e a aceitação do seu cabelo como ele é, começou há muito tempo na internet. Só não viu o movimento acontecendo quem não estava dando play. Conteúdos sobre amor próprio, empoderamento, transição capilar, dicas de produtos, máscaras caseiras e aceitação. Estava tudo ali o tempo todo. Esses movimentos culturais que a internet é capaz de dar voz são chamados de “revoluções silenciosas”. Silenciosas pero no mucho, elas têm milhões de visualizações. E se você não visualizou, comeu mosca.</p>
<p><strong>:: Tretas e a Efemeridade do Tempo</strong><br />
Em tempos de polêmicas a cada click, principalmente em época de eleição, é muito fácil achar uma treta quase que diariamente. Se em movimentos literários falava-se sobre efemeridade do tempo, podemos falar sobre a efemeridade da polêmica. Esse foi um dos assuntos mais falados do evento. Até porque tinha acabado de estourar a polêmica da Anitta não ter se posicionado sobre posições de candidatos que afetavam diretamente grande parte do seu público fiel. No meio dessa discussão, é necessário entender que não se trata mais da complexidade de um canal ou de um assunto específico que o creator aborda. É ainda mais minucioso. É sobre um único conteúdo. Um vídeo, um story, um tweet (ou alguns) racista sobre arrastões e jogadores negros que gera 7 milhões de multa para o Cocielo, um dos maiores youtubers do Brasil. É sobre um único vídeo da Jout Jout ser capaz de esgotar todo o estoque de um livro da Amazon em um único dia. É sobre conteúdo, a qualidade do mesmo e o quanto que ele é capaz de engajar uma comunidade.</p>
<p><strong>:: Realidade aumentada</strong><br />
A realidade aumentada foi o grande assunto do evento. O Bitmoji, por exemplo, permite que o usuário tenha emojis personalizados. Uma comunicação com carinhas que tenham a sua própria cara. É uma forma de humanizar a comunicação digital. Se você achava que os filtros de beleza do Snapchat eram passageiros e que ele servia apenas para as pessoas esconderem olheiras enquanto criam algo, você está muito enganado. As máscaras de cachorrinho, que mudam voz e escondem parcialmente o rosto de alguém, deram voz a essas pessoas, principalmente aos mais tímidos. Com os filtros, as pessoas passaram a falar mais, opinar mais e a criar mais conteúdo. Marcas já estão chegando nos filtros do Instagram. Hoje eu posso experimentar um batom da Kylie Jenner e ver qual cor combina mais com o meu tom de pele antes de comprar. Anote essa aposta.</p>
<p><strong>:: O futuro das agências e creators como criativos</strong><br />
Também discutimos o futuro da mídia e o papel das agências nesse mercado de creators. As tendências apontam que cada vez mais creators têm influência na decisão de compra, principalmente, dos jovens e adolescentes. Se você acha que uma dica nos stories é algo banal, está enganado. Cada vez mais a mídia tradicional vai sendo descentralizada e a pessoa, seja ela o consumidor ou o creator, passa a ser um canal de voz da sua marca e, por isso, deve ser protagonista na sua estratégia. Lembre-se que pessoas tendem a acreditar mais em pessoas e nas suas experiências reais do que naquilo que as marcas falam.</p>
<p>O Youpix CON é realmente um evento grandioso para quem está em busca de conhecimento. Muita gente querendo saber mais, crescer, entender tendências e comportamentos, tudo para deixar a comunicação mais afinada com as pessoas. Se você é marca, veículo, profissional de comunicação ou creator, anota na sua agenda do Google que você PRECISA viver o Youpix CON do ano que vem.</p>
<p>::::</p>
<p><em><img loading="lazy" decoding="async" class="size-full wp-image-4848 alignleft" src="https://quintal.cc/wp-content/uploads/2018/10/Unknown-e1539901793656.jpeg" alt="" width="300" height="400" />Maria Carregal é redatora na Quintal e nas horas vagas dá uns rolés por aí nuns eventos e faz uma centena de Stories por minuto. Segue ela no Insta, @MariaCarregal, e no Twitter, @MariaACarregal.</em></p>
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		<title>Festão do Prêmio Sexy Hot</title>
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		<dc:creator><![CDATA[Quintal]]></dc:creator>
		<pubDate>Mon, 15 Oct 2018 22:52:18 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Artigo]]></category>
		<category><![CDATA[Campanha]]></category>
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					<description><![CDATA[<p>Na semana passada, dia 9 de outubro, fomos à festa do Prêmio Sexy Hot, o verdadeiro Oscar da indústria pornô brasileira. Claro que a gente estava super orgulhoso, por termos criado o tema e a identidade visual do prêmio. Mas a gente tava muito mais feliz por ver a realização de um trabalho maravilhoso construído pelos nossos clientes. Um trabalho que impacta e premia uma indústria que rala demais para melhorar a cada dia e ser respeitada. Estavam presentes centenas de profissionais que fazem do cinema pornô o seu trabalho, o seu dia a dia. Diferente do que muitos imaginam, o mercado está cada vez mais contemporâneo, conversando com temas que são relevantes e estão na pauta da sociedade, como filmes feitos sob a ótica feminina, por exemplo. Por falar nas mulheres, esse ano pela primeira vez tivemos o prêmio de melhor diretor entregue para uma mulher, a atriz e diretora Mila Spook. Veja a lista de ganhadores abaixo: Melhor Cena de Sexo Oral Emme White e Yuri, de &#8220;Bruxas&#8221; (selo: XPlastic) Melhor Cena de Sexo Anal Emme White e Yuri, de &#8220;Bruxas&#8221; (selo: XPlastic) Melhor Cena de Ménage Patrícia Kimberly, Marcos Sampaio e Rob, de &#8220;Encontro com os Fãs...</p>
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										<content:encoded><![CDATA[<p>Na semana passada, dia 9 de outubro, fomos à festa do Prêmio Sexy Hot, o verdadeiro Oscar da indústria pornô brasileira. Claro que a gente estava super orgulhoso, por termos criado o tema e a identidade visual do prêmio. Mas a gente tava muito mais feliz por ver a realização de um trabalho maravilhoso construído pelos nossos clientes.</p>
<p>Um trabalho que impacta e premia uma indústria que rala demais para melhorar a cada dia e ser respeitada. Estavam presentes centenas de profissionais que fazem do cinema pornô o seu trabalho, o seu dia a dia. Diferente do que muitos imaginam, o mercado está cada vez mais contemporâneo, conversando com temas que são relevantes e estão na pauta da sociedade, como filmes feitos sob a ótica feminina, por exemplo.</p>
<p>Por falar nas mulheres, esse ano pela primeira vez tivemos o prêmio de melhor diretor entregue para uma mulher, a atriz e diretora Mila Spook. Veja a lista de ganhadores abaixo:</p>
<p>Melhor Cena de Sexo Oral<br />
Emme White e Yuri, de &#8220;Bruxas&#8221; (selo: XPlastic)</p>
<p>Melhor Cena de Sexo Anal<br />
Emme White e Yuri, de &#8220;Bruxas&#8221; (selo: XPlastic)</p>
<p>Melhor Cena de Ménage<br />
Patrícia Kimberly, Marcos Sampaio e Rob, de &#8220;Encontro com os Fãs 2&#8221; (selo: HardBrazil)</p>
<p>Melhor Cena de Fetiche<br />
Mia Linz e Ricardo, de &#8220;Cabine erótica&#8221; (selo: Mann Vídeos)</p>
<p>Melhor Cena de Dupla Penetração<br />
Elisa Sanches, Tony Tigrão e Cassio Reys, de &#8220;Um furacão chamado Elisa&#8221; (selo: WS)</p>
<p>Melhor Cena de Orgia/Gang Bang<br />
Sandy Cortez, Patrícia Kimberly, Alessandra Marques, Loupan e Tony Tigrão, de &#8220;Carnated 2017&#8221; (selo: Hard Brazil)</p>
<p>Revelação do Ano – Hétero<br />
Danny Mancinni, de &#8220;Serviço completo&#8221; (selo: Fita Safada)</p>
<p>Revelação do Ano – LGBT<br />
Dread Hot, de &#8220;5 para 1&#8221; (selo: XPlastic)</p>
<p>Melhor Atriz Hétero<br />
Elisa Sanches, de &#8220;Negão do Zap&#8221; (selo: Gostosas Vídeo)</p>
<p>Melhor Ator Hétero<br />
Nego Catra, de &#8220;No íntimo do perverso&#8221; (selo: Fetishboxxx)</p>
<p>Melhor Atriz Homo Feminina<br />
Patricia Kimberly, de &#8220;Garotas da van em reunião da diretoria&#8221; (selo: Garotas da Van)</p>
<p>Melhor Cena Homo Feminina<br />
Fernandinha Fernandez, Fabiane Thompson e Emme White, de &#8220;Serviço completo&#8221; (selo: Fita Safada)</p>
<p>Melhor Diretor<br />
Mila Spook, de &#8220;[Des] Conectados&#8221; (selo: Spook Show)</p>
<p>Melhor Filme Hétero<br />
&#8220;[Des] Conectados&#8221;, com direção de Mila Spook (selo: Spook Show)</p>
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		<title>Retirar na Loja is the New Black</title>
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		<dc:creator><![CDATA[Quintal]]></dc:creator>
		<pubDate>Tue, 21 Aug 2018 19:00:32 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Artigo]]></category>
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					<description><![CDATA[<p>Artigo de Leonardo Brossa Ontem estive no “Blue is the New Black”, evento do Facebook que se propõe a dar um pontapé inicial nos preparativos da Black Friday. A ideia é simples: apresentar estudos de mercado, cases e novidades sobre as suas plataformas para ajudar seus clientes, marcas de varejo em geral, a obterem melhores resultados na data mais esperada do e-commerce. O evento é super bem planejado e vendedor, mas a ideia desse artigo é explorar, de forma preliminar, um ponto específico que despertou a minha curiosidade e não fazer uma espécie de cobertura do que rolou no dia. E o que me fez ficar pensando até agora foi o crescimento da retirada de produtos nas lojas físicas. Ou seja, as pessoas compram online e vão até um lugar pegar seu produto. Tem que ser quente e rápido É natural que o nosso mercado crie expressões, nomenclaturas e metodologias para encurtar espaços. Hoje uma delas surgiu: “geração microondas”. Querem tudo quente e rápido. Confesso que gosto do conceito. Tem aderência com esse novo consumidor que está comendo e fotografando ao mesmo tempo, assistindo TV com um olho e vendo outro vídeo no celular com outro e que não sabe...</p>
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]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<h5><em>Artigo de Leonardo Brossa</em></h5>
<p>Ontem estive no “Blue is the New Black”, evento do Facebook que se propõe a dar um pontapé inicial nos preparativos da Black Friday. A ideia é simples: apresentar estudos de mercado, cases e novidades sobre as suas plataformas para ajudar seus clientes, marcas de varejo em geral, a obterem melhores resultados na data mais esperada do e-commerce.</p>
<p>O evento é super bem planejado e vendedor, mas a ideia desse artigo é explorar, de forma preliminar, um ponto específico que despertou a minha curiosidade e não fazer uma espécie de cobertura do que rolou no dia. E o que me fez ficar pensando até agora foi o crescimento da retirada de produtos nas lojas físicas. Ou seja, as pessoas compram online e vão até um lugar pegar seu produto.</p>
<h4><strong><br />
Tem que ser quente e rápido</strong></h4>
<p>É natural que o nosso mercado crie expressões, nomenclaturas e metodologias para encurtar espaços. Hoje uma delas surgiu: “geração microondas”. Querem tudo quente e rápido. Confesso que gosto do conceito. Tem aderência com esse novo consumidor que está comendo e fotografando ao mesmo tempo, assistindo TV com um olho e vendo outro vídeo no celular com outro e que não sabe se assiste, filma ou bate palmas pro pôr do sol. E sempre que esse comportamento é apresentado ele recebe um toque de frivolidade, como eu dei. 😉</p>
<p>Mas hoje ele foi usado duas vezes para justificar o crescimento de um comportamento. Comprar online e pedir para retirar na loja. Sim, é crescente. Cada vez mais pessoas compram seus produtos e “não conseguem esperar, preferem tirar na loja e sair com ele embaixo do braço”. Os dados mostram que 58% acham que isso faz todo sentido e 25% já fazem isso. O varejo está de olho. Eu mesmo fiquei de olho. Mas a gente fala sobre isso depois.</p>
<h4><strong><br />
No Brasil nada é tão simples quanto parece</strong></h4>
<p>O que me deixou intrigado foi ver uma informação tão interessante como essa sendo tratada com certa lateralidade. Claro, o Facebook não tem serviço de entrega nem solução, ainda, pra isso. Eu quase levantei nas duas vezes e pedi pra abrirem os dados e me contarem quem é essa pessoa que compra no digital e vai buscar na loja. Não pode ser só “ansiedade”. Como estamos falando de Brasil vale sempre dar um passo atrás e buscar contexto. Foi o que fiz. Bati em alguns pontos. Vamos a eles:</p>
<p><em>1. Credibilidade dos Correios<br />
</em>Se tem um serviço que a gente deixou de confiar há anos é o dos Correios. Como boa parte do e-commerce nacional está ancorado nele… Sim, algumas pessoas estão ansiosas, mas outras estão mesmo é preocupadas pois sabem que o produto pode nem chegar.</p>
<p><em>2. Roubo de Cargas<br />
</em>Só em 2016 foram 1,4 bilhões de reais. Se já não bastasse a desconfiança com os correios&#8230; Esse crime que cresce, leva junto o número de pessoas que ficam frustadas com entrega e passam a ir buscar seus produtos onde quer que ele esteja.</p>
<p><em>3. Profissão Ex-Doméstica<br />
</em>Dois movimentos distintos começaram a extinguir a profissão “doméstica”. Em 2013, empurradas pelo crescimento do país e da educação nos anos anteriores, o número de domésticas chegou ao resultado mais baixo desde 2003. Foi nesse ano também que houve a regulação da profissão, com a PEC das Domésticas. Mas com a chegada da crise, 2015 e 2016, muitas domésticas foram demitidas e passaram a trabalhar como diaristas. E o que isso tem a ver com o “retirar na loja”? Casas vazias sem ninguém para receber as compras.</p>
<p><em>4. Nem Trabalha Nem Estuda<br />
</em>Mais um dado que tem dois caminhos distintos, mas a verdade é que desde 2015 o percentual de jovens que não trabalham e não estudam está caindo. Tiveram que ir pra rua ajudar a família. Se antes ficavam em casa, agora não tem ninguém pra receber as entregas.</p>
<p><em>5. É só a Tal Internet Mesmo<br />
</em>Esse ponto surgiu de um papo com meu sócio, o Rafael Ferrer. E se não tem nada disso? Foi só a facilidade que a internet trouxe para pesquisar produtos e preços que se juntou ao desejo natural de ir na loja e levar seu produto pra casa&#8230;</p>
<h4><strong><br />
Uma tentativa de concluir</strong></h4>
<p>O objetivo aqui não é desconsiderar o pensamento da “geração microondas”, muito pelo contrário, a ideia é apenas provocar o quanto devemos estar atentos às características e ao contexto local. Usar os caminhos já percorridos pode ser muito bom na hora de planejar, mas descobrir as nuances no meio do caminho pode ser fatal para um negócio ou campanha.</p>
<p>Os dados do E-bit mostram que as duas principais características das lojas que fazem uma pessoa comprar online são a confiança e o prazo de entrega, ambas cresceram em relação ao ano passado. Para enriquecer a discussão vale lembrar que o sistema de lockers, tão usado nos EUA e Europa, já está sendo visto com muito carinho por varejistas que trabalham inclusive em soluções próprias, mas em alguns casos traz o custo extra que boa parte das pessoas está tentando cortar. Os próprios Correios prometeram revitalizar as antigas caixas postais através de um novo serviço a ser implantado esse ano.</p>
<p>Bom, o caminho já está traçado ou ainda pode haver alguma ruptura nesse espaço? Será que serviços de lockers compartilhados entre amigos pode funcionar? Empresas como a Glovo têm oportunidade? Acho que a briga ainda está aberta. Alguma ideia de como atuar?</p>
<h5><strong>Leonardo Brossa é sócio e planejador da Quintal</strong></h5>
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